
PS - peço perdão por não citar a fonte, não lembro da onde retirei.
Se isso acontecer, colocarei junto a mão no arado direi que a marcha para Jesus foi relevante. Creio que as igrejas precisam mesmo se unir em prol da divulgação do evangelho e da transformação social. Ok, com a marcha, em partes divulgamos o evangelho, agora vamos para a transformação através do evangelho integral.
Ao comentar sobre a teofania no Horebe no contexto da história de Elias, von Rad faz um comentário interessante, ele diz:
cas que criam a existência social, econômica, política, religiosa, intelectual e artística”[1], dessa forma, posso quase afirmar que a existência enquanto ser humano está condicionada a existência de um próximo.

Nessa sexta feira da paixão eu me encontro em paz de espírito. Está sendo um dia de reflexão no sofrimento de Cristo. Um dos pensamentos que me ocorreram foi o de que as agonias e turbulências sofridas por Jesus é que possibilitam esses momentos de paz e esperança. A palavra lembrança nesse final de semana deve ir além do conceito “trazer a memória”, “recordar”. Em o Novo Testamento a palavra grega anamnêsis (recordação) significa “transportar uma ação enterrada no passado, de tal maneira que não se percam a sua potência e a vitalidade originais, mas sejam trazidas para o momento presente”.[1] A sexta feira da paixão e o domingo de Páscoa devem ser mais que um “feriadão” em nossas vidas.
"A cruz continua sendo pedra de tropeço para aqueles que, como Nietzsche, adoram o poder. A cruz é tropeço para todos os que confiam no poder humano e em sua própria capacidade para se salvar. Como os judeus contemporâneos de Paulo, muitos de nós tratamos de nos amparar em nossa própria justiça. Muitas pessoas crêem que Deus está obrigado a aceita-las por suas boas obras. Quem pensa assim tem uma percepção muito pequena de Deus, ou melhor, uma exagerada percepção de si mesmos. Ao contrário, aqueles que tiveram se quer uma visão parcial da majestade de Deus não podem cair em nenhum destes erros.